Resistência
















Calou-se a voz da luta
Adormeceu a perseverança
As dores da labuta
São inimigas da esperança


Que venha a brisa, consorte.
Como um beijo de criança
Ambígua frente à morte
Não dando coisa alguma importância


Que venha a sorte inconstante
Como sonhos de infância
E no febril desejo do instante
Ao vazio da insignificância.



Henrique Rodrigues Soares – Horas do Silêncio

27/10/2014.
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