Saudade em prosa
















Quão tudo fostes o tempo conjugado,
e cada que versos de pausa em desatino.
Contigo eu era bem mais que uma frase,
beijando teu rosto canto a que de límpido.

O carinho que ficou como saudade,
o poema que robustece em caderno.
Se qual relação a que renasce,
do aflora que parte semblante épico.

E jamais esquecerei aquele canto,
teus passos de glória em universo afável.
Teus seios magnos que brando,
tua alma de silêncio imensurável.


Daniel Muzitano
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