Monólogo















Há restos de tempos. . .
folhas soltas aos ventos
aos luares despertos.

Há restos de tempos. . .
noites lúgubres.
. . . momentos aos cantares da vida.

Há restos de tempos. . .
perdidos nos templos
das memórias aos sonhos.

Há restos de tempos.
em mim,
desfolhados, molhados.
. . . céus de chuvas sobre folhas
amarelas, esquecidas deformadas.


Alvina Tzovenos
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