Imensidade
















Ao olhar o mar imenso
Que numa devoção permanece
Do seu lugar que não arrefece
Por algum novo sentimento.



Por me afligir ao intenso
Com ansiedades que desvanece
Com dúvidas que entristece
Mas acabam com o passar do tempo.



O meu coração febril e intenso
Que nada enche que abastece
Que esfria e que aquece
Ao se perder nos contratempos



O Deus! Que tu és imenso
O dono de tudo que acontece
Ao teu querer pobre ou enriquece
Alma de alegria ou lamento.




Henrique Rodrigues Soares – O que é a Verdade?
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