Bálsamo
















O amor é triste — proclamariam minhas viúvas.
mas disse o filósofo: a alegria corteja
a mais profunda eternidade.
Todas as vertentes consideradas,

abandono o vale
onde as sombras compõem a enormidade.
Os grilos agora tilintam, e a luz da lua
impregna as árvores de um bálsamo —
Meu amor, se possível, me aguarda,
retorno a ti, clara a trilha
que agora a meus olhos se abre.


Fernando Campanella
Postar um comentário

Nós - IV

Quando as folhas caírem nos caminhos, ao sentimentalismo do sol poente, nós dois iremos vagarosamente, de braços dados, como ...