Dizer Não!




















Vejo-me como um poeta,
Guardo minhas rimas no bolso.
Vejo-me como um poeta
que não gosta de flor, que não tem gosto.
Vejo-me como uma luz,
que pode brilhar intensamente.
Vejo-me como um poeta
que não fala, nem sente.



Luiz Alexandre de Andrade Lima -23/10/1994
Imagem da Internet
Postar um comentário

Soneto XIX

Tempo voraz, corta as garras do leão, E faze a terra devorar sua doce prole; Arranca os dent...